encontros de música espontânea
::..primeira sexta de cada mês

sexta 3
a partir das 23h

4º encontro de música espontânea

Esta actividade é dirigida a todos os músicos e amantes da música que queiram participar. No entanto, não nos podemos esquecer, que o respeito entre os músicos e para com a música é fundamental.

Todos os interessados em participar podem fazê-lo, para isso, basta trazer: boa energia, respeito e o próprio instrumento (a S.H.E. proporciona a amplificação).

encontros de música espontânea
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sexta 3
a partir das 23h

4º encontro de música espontânea

Esta actividade é dirigida a todos os músicos e amantes da música que queiram participar. No entanto, não nos podemos esquecer, que o respeito entre os músicos e para com a música é fundamental.

Todos os interessados em participar podem fazê-lo, para isso, basta trazer: boa energia, respeito e o próprio instrumento (a S.H.E. proporciona a amplificação).

Teatro Garcia de Resende
quarta-feira 1 de Março
22h





Sócios SHE: 6€
Não Sócios: 9€

informações e reservas no TGR ou através do 266703112

"POPologias
Do início da década de 80 tinha chegado a estes portos boa nova da definitiva afirmação de uma vida possível para as manifestações pop/rock em solo português. Com o avançar do tempo, entre palcos como o do Rock Rendez Vous, casas atentas na noite de Lisboa, pontuais emissões de rádio e emergentes publicações e, last but not least, as demandas de novidade e velharia in na Feira da Ladra, uma nova cultura, alternativa, começava a ganhar corpo e forma. E nos Pop Dell’ Arte encontrou não só determinantes protagonistas, mas também uma das mais marcantes bandas sonoras de afirmação de inquietude artística, visão pop e invulgar capacidade em cruzar meios, linguagens e universos.

Não era invulgar, no Portugal pop de meados de 80, uma banda nascer para concorrer ao concurso de música moderna que todos os anos o Rock Rendez Vous organizava naquele espaço que fez história na Rua da Beneficência ao Rego. E os Pop Dell’ Arte foram uma entre muitas histórias de natalidade com olhos postos no concurso.



Nasceram em Campo de Ourique em 1985, e nesse mesmo ano assinaram a sua cédula com a inscrição no concurso que, apesar de vencido pelos THC, lhes deu o prémio mais falado nos meses que se seguiram: o de originalidade, sinal de autenticação de consequentes ousadias formais na música e primeiro reconhecimento do talento performativo de João Peste. A Dansa do Som, pequena independente que então assinalava cada triunfo no concurso com a edição de um disco, mostrou-se interessada, mas de um desentendimento artístico nasceu uma necessidade em vingar por meios próprios. Sem intermediários. O incidente conduziu à formação da Ama Romanta, a primeira independente portuguesa gerida exclusivamente por músicos, e com mote ideológico encontrado numa esclarecedora entrevista de João Peste ao sociólogo Paquete de Oliveira (mais tarde incluída como faixa spoken word na compilação Divergências, o manifesto da editora).

A Ama Romanta foi casa de nomes como os Croix Sainte ou Anamar e, claro, os Pop Dell’Arte que se estrearam em disco em 1986 com o máxi-single Querelle, peça fulcral na construção das fundações de uma identidade artística feita de uma colecção de referências muito próprias, e que acabou por ser de importância maior na inscrição inevitável de um espaço musical alternativo no Portugal de então. O grupo vincou as promessas de Querelle e registou a sua patente estética ao editar, em 1987, o single Sonhos Pop e o soberbo álbum Free Pop. Este último não só é tido como um dos mais importantes discos do Portugal musical de 80, como é palco de evidências de uma atitude artística de abertura e assimilação de correntes captadas nas letras, nas artes visuais, da colagem à citação, e representou uma das primeiras experiências de construção de loops na música feita em Portugal.

Pensado com mentalidade livre, daí o seu nome, construído com aquele sentido de urgência que abraça os que não temem as ideias, é ainda hoje um registo de puro assombro pop. Os Pop Dell’Arte interromperam a sua actividade por algum tempo depois da edição do máxi Illogik Plastik, em 1989, assumindo João Peste a aventura Axidoxi Bordel por algum tempo (gravando um EP). O regresso à actividade faz-se entre 1992 e 93 com uma etapa de nova curiosidade sobre os modelos da canção e sob evidente curiosidade em aplicar à pop o conceito de ready made (aí de resto nascendo o título para o álbum editado em 93). Para surpresa de muitos, assinam pouco depois por uma multinacional, a então PolyGram, para quem gravam Sex Symbol, o mais versátil e completo dos seus álbuns, antecedido pelo single My Funny Ana Lana e do qual saiu uma das maiores pérolas da obra do grupo: Poppa Mundi. Um vazio de silêncio instalou-se pouco depois. De formação frequentemente mutante (e pela qual passaram diversos músicos), os Pop Dell’Arte conheceram em finais de 90 a sua etapa mais difícil, ocasional boato aqui, projecto ou notícia ali. Até que em 2002 o EP So Goodnight (a que João Peste chamou, em entrevista ao DN, um EPÁ) mostrou evidentes sinais de vitalidade criativa num colectivo forçado a viver num panorama editorial pouco dado a ousadias. Canções como Mrs Tyler, So Goodnight ou a desmontagem de Little Drama Boy davam continuidade a um caminho já veterano, nunca repetido, longe de exausto.

Depois de um elogiadíssimo concerto make it or break it em Lisboa em Julho de 2005, no qual emergiram pontuais sons novos, os Pop Dell’Arte regressaram a estúdio, e apresentam nesta antologia três inéditos, uma vez mais com sabor a novo, a olhar lançado para lá do momento. Sonhando pop. Sempre pop.

Nuno Galopim, Dezembro 2005
(booklet POPlastik 1985-2005)"



www.popdellarte.net


Teatro Garcia de Resende
quarta-feira 1 de Março
22h





Sócios SHE: 6€
Não Sócios: 9€

informações e reservas no TGR ou através do 266703112

"POPologias
Do início da década de 80 tinha chegado a estes portos boa nova da definitiva afirmação de uma vida possível para as manifestações pop/rock em solo português. Com o avançar do tempo, entre palcos como o do Rock Rendez Vous, casas atentas na noite de Lisboa, pontuais emissões de rádio e emergentes publicações e, last but not least, as demandas de novidade e velharia in na Feira da Ladra, uma nova cultura, alternativa, começava a ganhar corpo e forma. E nos Pop Dell’ Arte encontrou não só determinantes protagonistas, mas também uma das mais marcantes bandas sonoras de afirmação de inquietude artística, visão pop e invulgar capacidade em cruzar meios, linguagens e universos.

Não era invulgar, no Portugal pop de meados de 80, uma banda nascer para concorrer ao concurso de música moderna que todos os anos o Rock Rendez Vous organizava naquele espaço que fez história na Rua da Beneficência ao Rego. E os Pop Dell’ Arte foram uma entre muitas histórias de natalidade com olhos postos no concurso.



Nasceram em Campo de Ourique em 1985, e nesse mesmo ano assinaram a sua cédula com a inscrição no concurso que, apesar de vencido pelos THC, lhes deu o prémio mais falado nos meses que se seguiram: o de originalidade, sinal de autenticação de consequentes ousadias formais na música e primeiro reconhecimento do talento performativo de João Peste. A Dansa do Som, pequena independente que então assinalava cada triunfo no concurso com a edição de um disco, mostrou-se interessada, mas de um desentendimento artístico nasceu uma necessidade em vingar por meios próprios. Sem intermediários. O incidente conduziu à formação da Ama Romanta, a primeira independente portuguesa gerida exclusivamente por músicos, e com mote ideológico encontrado numa esclarecedora entrevista de João Peste ao sociólogo Paquete de Oliveira (mais tarde incluída como faixa spoken word na compilação Divergências, o manifesto da editora).

A Ama Romanta foi casa de nomes como os Croix Sainte ou Anamar e, claro, os Pop Dell’Arte que se estrearam em disco em 1986 com o máxi-single Querelle, peça fulcral na construção das fundações de uma identidade artística feita de uma colecção de referências muito próprias, e que acabou por ser de importância maior na inscrição inevitável de um espaço musical alternativo no Portugal de então. O grupo vincou as promessas de Querelle e registou a sua patente estética ao editar, em 1987, o single Sonhos Pop e o soberbo álbum Free Pop. Este último não só é tido como um dos mais importantes discos do Portugal musical de 80, como é palco de evidências de uma atitude artística de abertura e assimilação de correntes captadas nas letras, nas artes visuais, da colagem à citação, e representou uma das primeiras experiências de construção de loops na música feita em Portugal.

Pensado com mentalidade livre, daí o seu nome, construído com aquele sentido de urgência que abraça os que não temem as ideias, é ainda hoje um registo de puro assombro pop. Os Pop Dell’Arte interromperam a sua actividade por algum tempo depois da edição do máxi Illogik Plastik, em 1989, assumindo João Peste a aventura Axidoxi Bordel por algum tempo (gravando um EP). O regresso à actividade faz-se entre 1992 e 93 com uma etapa de nova curiosidade sobre os modelos da canção e sob evidente curiosidade em aplicar à pop o conceito de ready made (aí de resto nascendo o título para o álbum editado em 93). Para surpresa de muitos, assinam pouco depois por uma multinacional, a então PolyGram, para quem gravam Sex Symbol, o mais versátil e completo dos seus álbuns, antecedido pelo single My Funny Ana Lana e do qual saiu uma das maiores pérolas da obra do grupo: Poppa Mundi. Um vazio de silêncio instalou-se pouco depois. De formação frequentemente mutante (e pela qual passaram diversos músicos), os Pop Dell’Arte conheceram em finais de 90 a sua etapa mais difícil, ocasional boato aqui, projecto ou notícia ali. Até que em 2002 o EP So Goodnight (a que João Peste chamou, em entrevista ao DN, um EPÁ) mostrou evidentes sinais de vitalidade criativa num colectivo forçado a viver num panorama editorial pouco dado a ousadias. Canções como Mrs Tyler, So Goodnight ou a desmontagem de Little Drama Boy davam continuidade a um caminho já veterano, nunca repetido, longe de exausto.

Depois de um elogiadíssimo concerto make it or break it em Lisboa em Julho de 2005, no qual emergiram pontuais sons novos, os Pop Dell’Arte regressaram a estúdio, e apresentam nesta antologia três inéditos, uma vez mais com sabor a novo, a olhar lançado para lá do momento. Sonhando pop. Sempre pop.

Nuno Galopim, Dezembro 2005
(booklet POPlastik 1985-2005)"



www.popdellarte.net



espaçoCELEIROS

bailarico de carnaval
good vibes sessions part II

segunda 27
pelas 22h




Na Noite de Carnaval, 27 de Fevereiro, pelas 22 no Espaço Celeiros,

J-Man, R-hasta, Moon 1010 e Bicó reúnem-se pela segunda vez para partilhar com os presentes os ritmos quentes do Reggae & Derivados

Vem mascarado e com boa disposição!

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good vibes sessions part II

segunda 27
pelas 22h




Na Noite de Carnaval, 27 de Fevereiro, pelas 22 no Espaço Celeiros,

J-Man, R-hasta, Moon 1010 e Bicó reúnem-se pela segunda vez para partilhar com os presentes os ritmos quentes do Reggae & Derivados

Vem mascarado e com boa disposição!


espaçoCELEIROS
sábado 25
pelas 23h




Os Prime são compostos por Alpha (baixo), Alex (guitarra), Nuno (bateria) e por David Rosado (voz), que é o mentor e único sobrevivente da formação inicial.

Os Prime já foram motivo de análise na imprensa estrangeira, tendo recebido notas positivas de várias publicações internacionais, como o NME ou a Rock Brigade. No seu currículo consta a edição de vários trabalhos, nomeadamente “Kids Stories” (1999), “Anaesthesia” (2002), o EP “Combined Efforts” (1997) e a primeira maqueta “When The Elephant Tube is Broken” (1995).

Com 10 anos existência, nos quais a banda batalhou por um lugar ao sol na cena musical portuguesa e estrangeira, sofrendo constantes alterações na sua formação, os Prime regressam este ano com um novo trabalho de estúdio. Em 2002 o álbum “Anasthesia”, um potente álbum rock, reforçou notoriedade do grupo. Este trabalho lançou-os numa actuação no palco principal do “Festival Ilha do Ermal”, um dos festivais de verão de referência em Portugal, e na SIC Radical, numa apresentação em directo. Com a edição de “The 3rd Parabola” os Prime preparam-se para continuar a trilhar o caminho da ribalta.

"The 3rd Parabola", editado pela Recital Records, é o terceiro álbum de originais dos Prime, no qual se apresenta uma verdadeira descarga de adrenalina, a qual não vai deixar ninguém indiferente. O single de apresentação foi “Dark Days”, produzido por Rodolfo Cardoso (ex. WC Noise), e o tema inspirou o nome da digressão que a banda efectuou pelo país em 2004, intitulada “Dark Days Tour 04”. Mudvayne, Lost Prophets, Tomahawk ou The Strokes são algumas das influências na música dos Prime, mas a atitude enérgica e irreverente que os caracteriza é única.

Têm demonstrado a sua garra nos espectáculos ao vivo, o que lhes deu o estatuto de “banda de palco” junto da crítica e dos fãs, pelo que já preencheram a lotação de importantes salas, como o Paradise Garage, em Lisboa, ou o Hard Club, em Gaia.




www.primemusicweb.net






"É possível transformar o teu mundo e com a arte recriar uma nova geração, referências de valor com pólos de energia positiva."

Manuel Loureiro - Vox
André Maia - Guitarra
Gustavo Moreira - Guitarra
Cristiano Ferreira - Baixo
Vitor Lopes - Bateria



http://www.recital-records.com/

::...+ dj vaipes (revista bíblia)


lançamento do 23º número da revista bíblia - 10º aniversário
http://biblia.werbehure.com/