...and now for something completely different
sexta feira 26
início às 22h


The Profane Joy of Music: o nome da banda define, por si só, a atitude deste grupo de quatro pessoas, que toma como base de operações Coimbra; o gosto pela música concretizado de uma forma despretensiosa e desmistificada, ponto de partida que lhes permite moverem-se confortavelmente nas fronteiras dos géneros, tanto num universo pop inconformado, como num rock contemporâneo, arriscando ocasionalmente num experimentalismo que não é um fim em si mesmo. Nada é sagrado. As sonoridades abrangem a linguagem das guitarras brit pop, os ambientes e texturas pós rock, a dinâmica do rock alternativo, em temas com personalidade e identidade distintas, que escapam ao óbvio, mas sempre acessíveis.
"A música dos cinco elementos que constituem os Profane Joy of Music espraia-se, sobretudo, pela escola que no início dos anos 90 acolheu um conjunto alargado de bandas britânicas."
--aputadasubjectividade.net
Não é por acaso que este segundo trabalho dos The Profane Joy of Music é homónimo, é o ponto de partida seguro para a demonstração das reais capacidades da banda, uma nova dimensão na sua expressão musical. Esta é a hora da sua afirmação.
As actuações da banda são envolventes e cheias de intensidade, em que cada tema é um princípio e um destino em si mesmo. Guitarras obsessivas, linhas de baixo insinuantes, cada música é cantada no limite das emoções, a um ritmo contagiante. Os Profane Joy of Music dão-vos o rumo. Sigam-no, e deixem-se perder.
“As boas ideias já cá moram. A fonte de inspiração ainda não secou e tem muita água para beber. Eles sabem criar canções que tudo têm para brilhar”
--Santos da Casa, Rádio Universidade de Coimbra -
Formação:
Duarte Feliciano - Voz, Guitarra, Piano
João Sardo - Baixo
Pedro Roquinho - Guitarra e Sintetizador
João Santiago - Bateria 
www.profanejoy.com
www.profanejoy.blogspot.com


The Profane Joy of Music: o nome da banda define, por si só, a atitude deste grupo de quatro pessoas, que toma como base de operações Coimbra; o gosto pela música concretizado de uma forma despretensiosa e desmistificada, ponto de partida que lhes permite moverem-se confortavelmente nas fronteiras dos géneros, tanto num universo pop inconformado, como num rock contemporâneo, arriscando ocasionalmente num experimentalismo que não é um fim em si mesmo. Nada é sagrado. As sonoridades abrangem a linguagem das guitarras brit pop, os ambientes e texturas pós rock, a dinâmica do rock alternativo, em temas com personalidade e identidade distintas, que escapam ao óbvio, mas sempre acessíveis.
"A música dos cinco elementos que constituem os Profane Joy of Music espraia-se, sobretudo, pela escola que no início dos anos 90 acolheu um conjunto alargado de bandas britânicas."
--aputadasubjectividade.net
Não é por acaso que este segundo trabalho dos The Profane Joy of Music é homónimo, é o ponto de partida seguro para a demonstração das reais capacidades da banda, uma nova dimensão na sua expressão musical. Esta é a hora da sua afirmação.
As actuações da banda são envolventes e cheias de intensidade, em que cada tema é um princípio e um destino em si mesmo. Guitarras obsessivas, linhas de baixo insinuantes, cada música é cantada no limite das emoções, a um ritmo contagiante. Os Profane Joy of Music dão-vos o rumo. Sigam-no, e deixem-se perder.
“As boas ideias já cá moram. A fonte de inspiração ainda não secou e tem muita água para beber. Eles sabem criar canções que tudo têm para brilhar”
--Santos da Casa, Rádio Universidade de Coimbra -
Formação:
Duarte Feliciano - Voz, Guitarra, Piano
João Sardo - Baixo
Pedro Roquinho - Guitarra e Sintetizador
João Santiago - Bateria 
www.profanejoy.com
www.profanejoy.blogspot.com


*CÃOCEITO (aniversário)*
Numa época em que o CD tende a ser desmaterializado devido, nomeadamente, aos sistemas de partilha de ficheiros via Internet e aos gravadores "caseiros", acreditamos que é possível a valorização do CD enquanto objecto físico e táctil. Não tendo nós as costas viradas ao avanço da tecnologia acabamos por fazer uso de algumas das suas conquistas para dar forma às nossas edições.
No caso da Cãoceito, tratam-se de edições limitadas e executadas manualmente segundo uma politica que visa o uso e o recurso amateriais e tecnologias de baixo custo.
Acolhendo projectos (com os mais variados tipos de registo), que se movam dentro deste universo e, acreditando que o DIY (Do It Yourself) aplicado àgravação da música de pode juntar a um outro que cria o contentor para o CD, a Cãoceito propõe-se a embalar música gravada segundo esta receita. 
www.caoceito.com
*THE ROSE BUTTONS
(concerto: Évora - Porto - Caldas/Portugal)*
Em 2003, dos extintos *Smoke The Pipe <http://smokethepipe.planetaclix.pt/>*, nascem The Rose Buttons.
Quatro elementos de cidades tão distintas quanto Évora e Porto juntam-se para dar corpo a esta formação. Nas vozes participamelementos dispersos que em tom de esmola doam alguma actividade vocal. São eles: Hugo Frota (Houdini Blues), Alexandre Oliveira, Filipa Oliveira e Alen Ginsberg (sample ilegal).
Em 2004 lançam o seu EP de apresentação "The New House of Little Porcs" através da Cãoceito.
www.therosebuttons.com