"Ricardo Pinheiro é guitarrista de jazz, compositor e professor. Estudou na Berklee College of Music e ensina na Escola de Jazz do Hot Clube de Portugal, Conservatório Escola de Artes da Madeira, e Universidade Lusíada de Lisboa.
Já tocou com Peter Erskine, Dave Carpenter, Remix Ensemble, e muitos outros reconhecidos músicos do panorama da música em Portugal.
Está a concluir o Doutoramento em Ciências Musicais na Universidade Nova de Lisboa.
O grupo - Trio de Ricardo Pinheiro - é composto por: Ricardo Pinheiro - guitarra Paulo Bandeira - bateria Demian Cabaud - contrabaixo www.ricardopinheiro.pt.vu
ricardo pinheiro trio sábado 7 início às 23.30
"Ricardo Pinheiro é guitarrista de jazz, compositor e professor. Estudou na Berklee College of Music e ensina na Escola de Jazz do Hot Clube de Portugal, Conservatório Escola de Artes da Madeira, e Universidade Lusíada de Lisboa.
Já tocou com Peter Erskine, Dave Carpenter, Remix Ensemble, e muitos outros reconhecidos músicos do panorama da música em Portugal.
Está a concluir o Doutoramento em Ciências Musicais na Universidade Nova de Lisboa.
O grupo - Trio de Ricardo Pinheiro - é composto por: Ricardo Pinheiro - guitarra Paulo Bandeira - bateria Demian Cabaud - contrabaixo www.ricardopinheiro.pt.vu
pat kay sábado 31 início às 23.30
espaçoCELEIROS
"Pat Kay é uma figura carismática que nos seduz e nos guia para o seu universo intenso, com ziguezagues fluidos e fulgurantes nas línguas e culturas onde se move.
Àvido de encontros e porque Paris é uma cidade propícia aos intercâmbios, cruza-se com inúmeros artistas representantes de várias formas de arte.
Na cidade-luz irá desenvolver o seu gosto profundo pela boa escrita, pela escolha da palavra certa, do som que evoca visceralmente sensações fortes.
As influências cruzam-se ao sabor dos ventos, dos encontros, das amizades. Adolfo Luxúria Canibal (Mão Morta, Mécanosphère…), Franz Treichler (The Young Gods), Marco de Oliveira e Rodolphe Burger (Kat Onoma), … Pat Kay recorda muitas vezes uma tertúlia amena com quando Rodolphe Burger, apaixonado po Fernando Pessoa, lhe interpreta um dos seus poemas de maneira inédita e magistral. Deveras estimulante.
Pat apresenta-se ultimamente ao vivo sem a banda habitual – The Gajos - , mas com JAP e Chico Vinagre. Um trio coeso que nos prenda com um espectáculo vigoroso, alternando rock, cabaret, chanson française, laivos de fado/blues… ora em canto, ora em spoken word.
No seu papel de cantautor/ « diseur », Pat Kay mostra todo o seu vasto manancial de grande performer nos palcos que pisa."
É a música, estúpido! É a política, estúpido! Galinhas do Mato em sarau dançante com melodias bélicas : Todos os géneros excepto alguns.
pat kay sábado 31 início às 23.30
espaçoCELEIROS
"Pat Kay é uma figura carismática que nos seduz e nos guia para o seu universo intenso, com ziguezagues fluidos e fulgurantes nas línguas e culturas onde se move.
Àvido de encontros e porque Paris é uma cidade propícia aos intercâmbios, cruza-se com inúmeros artistas representantes de várias formas de arte.
Na cidade-luz irá desenvolver o seu gosto profundo pela boa escrita, pela escolha da palavra certa, do som que evoca visceralmente sensações fortes.
As influências cruzam-se ao sabor dos ventos, dos encontros, das amizades. Adolfo Luxúria Canibal (Mão Morta, Mécanosphère…), Franz Treichler (The Young Gods), Marco de Oliveira e Rodolphe Burger (Kat Onoma), … Pat Kay recorda muitas vezes uma tertúlia amena com quando Rodolphe Burger, apaixonado po Fernando Pessoa, lhe interpreta um dos seus poemas de maneira inédita e magistral. Deveras estimulante.
Pat apresenta-se ultimamente ao vivo sem a banda habitual – The Gajos - , mas com JAP e Chico Vinagre. Um trio coeso que nos prenda com um espectáculo vigoroso, alternando rock, cabaret, chanson française, laivos de fado/blues… ora em canto, ora em spoken word.
No seu papel de cantautor/ « diseur », Pat Kay mostra todo o seu vasto manancial de grande performer nos palcos que pisa."
É a música, estúpido! É a política, estúpido! Galinhas do Mato em sarau dançante com melodias bélicas : Todos os géneros excepto alguns.
Diogo Ribeiro (33 anos) e Pedro Caetano (28), são os mentores de um projecto que propõe a ligação directa entre o passado e o presente. Com sonoridades que vão do mais primordial Roots/Reggae ao mais actual Dub/downtempo e electro, este duo apresenta uma proposta fresca, e descontraída com uma forte mensagem.
Diogo Ribeiro é pioneiro e produtor de musica eletrónica desde inícios da década de 90, com diversos trabalhos editados em várias editoras internacionais e nacionais, na cena de musica de dança com alter-egos como D-tector, Red Slack e Faktor-D, e diversas colaborações com outros artistas. Teve ao longo destes anos a oportunidade de tocar nos principais festivais nacionais e um pouco por todo o país, bem como em Espanha, Estados Unidos da América, Suiça, Croacia e México.
Pedro Caetano aka Dr. Bastard é um reonhecido “Selecta” de Reggae/Dancehall/Ska/Dub desde 2001 que é presença habitual nas noites da capital, em variadíssimos clubs nocturnos de onde se destaca o recente Music Box, bem como o Left, Souk, Mexe café, Bicaense entre muitos outros. É também vocalista da banda reggae/Roots Da Steppers, que tem vindo a circular um pouco por todo o país com brilhantes críticas e um estilo e sonoridades muito próprias.
A intenção acústica desta dupla passa pela criação de ambiencias organicas emocionantes, e a fusão da voz como instrumento e veículo de informação.
Cooltour é portanto, uma aventura, que pretende desafiar os limites dos géneros musicais, criando o seu espaço próprio, aniquilando os estéreotipos e apontando para o desconhecido.
No próximo dia 30 no espaçoCELEIROS apresentar-se-ão também com o vj Devir.
Diogo Ribeiro (33 anos) e Pedro Caetano (28), são os mentores de um projecto que propõe a ligação directa entre o passado e o presente. Com sonoridades que vão do mais primordial Roots/Reggae ao mais actual Dub/downtempo e electro, este duo apresenta uma proposta fresca, e descontraída com uma forte mensagem.
Diogo Ribeiro é pioneiro e produtor de musica eletrónica desde inícios da década de 90, com diversos trabalhos editados em várias editoras internacionais e nacionais, na cena de musica de dança com alter-egos como D-tector, Red Slack e Faktor-D, e diversas colaborações com outros artistas. Teve ao longo destes anos a oportunidade de tocar nos principais festivais nacionais e um pouco por todo o país, bem como em Espanha, Estados Unidos da América, Suiça, Croacia e México.
Pedro Caetano aka Dr. Bastard é um reonhecido “Selecta” de Reggae/Dancehall/Ska/Dub desde 2001 que é presença habitual nas noites da capital, em variadíssimos clubs nocturnos de onde se destaca o recente Music Box, bem como o Left, Souk, Mexe café, Bicaense entre muitos outros. É também vocalista da banda reggae/Roots Da Steppers, que tem vindo a circular um pouco por todo o país com brilhantes críticas e um estilo e sonoridades muito próprias.
A intenção acústica desta dupla passa pela criação de ambiencias organicas emocionantes, e a fusão da voz como instrumento e veículo de informação.
Cooltour é portanto, uma aventura, que pretende desafiar os limites dos géneros musicais, criando o seu espaço próprio, aniquilando os estéreotipos e apontando para o desconhecido.
No próximo dia 30 no espaçoCELEIROS apresentar-se-ão também com o vj Devir.
" Ouvir o primeiro disco dos New Connection "Guts" é uma surpresa que leva a novas audições. Atrás de uma aparente simplicidade musical percebemos uma complexa rede de melodias, por vezes com incursões sonoras ditas underground, marcadas por um conjunto pouco evidente de influências e estilos. Os seis temas aqui apresentados demonstram uma impressionante maturidade criativa. "Guts" é um disco com uma sonoridade consistente e é claramente o resultado do trabalho de um grupo de músicos experientes. O som é assumidamente orgânico e cru (o disco foi gravado num dia, em Junho de 2006), onde as primeiras camadas auditivas são frequentemente rasgadas por um noise doseado com moderação.
"A sensação de transe mantém-se da primeira à última faixa, num EP que parece destinado a querer libertar-nos do breu das noites e da angústia dos dias..."
"A inspiração parece chegar do pós-punk da fase terminal original, as ideias espalhadas pelo chão e pontapeadas contra o gravador para ver o que acontece, enquanto uma catraia caprichosa e pré-adolescente tenta pôr ordem nos Fall depois de expulsar Mark E. Smith a tiro (elogio)..."