
b fachada | 16 maio | SHE
b fachada
Um Fim De Semana no Pónei Dourado
Tour de Apresentação do novo álbum.
Disco a ser lançado pela Florcaveira, é o primeiro Longa Duração de B Fachada. Após o lançamento no Maxime, B Fachada estará em peregrinação pelo país. Algumas datas poderão ser acrescentadas.

"Princesa pop, palhaço pirómano, petrarquista pirata, perfeccionista patife, porfiado e prolixo poeta - tudo adjectivos começadas por “b”.
B Fachada é um multi-instrumentista virtuoso: do piano à guitarra, passando pela viola braguesa e pelo trompete vocal. Do soneto maldito ao cianeto alexandrino, passando pela grandiloquência transmontana e pela rusticidade jazzística de um scat: é multi-instrumentista virtuoso este B Fachada.
Certificadamente hiperactivo no que toca à produção, Fachada não só tem em mente fazer vários discos por ano como tem, na sua discografia, as provas de que é capaz. O seu primeiro trabalho pela FlorCaveira, o EP “Viola Braguesa”, é uma pequena colectânea de maravilhas que deixou a crítica a salivar pela primeira consoante do alfabeto. Segue-se o “Fim de Semana no Pónei Dourado”, um longa-duração, uma Magnum Opus; um disco simultaneamente terno e maldito, afago e soco, Dulcineia e Lorena Bobbit .
Literato até quando cospe, o cascalense Fachada faz canções para todos os desgostos, humor ponta-e-mola para todos os buchos. Que seja este pónei dourado a, finalmente, limpar a Baía de Cascais das suas carcassas de golfinho.
A sorte sorri aos audazes, a perfeição sorri aos certificadamente hiperactivos."
Samuel Úria.

B Fachada
Viola Braguesa
Florcaveira/Merzbau
disponível
para escuta aqui
para escuta aqui

B Fachada
Mini CD: Produzido por Walter Benjamin
merz0033 - Maio
2008
disponível para download aqui

B Fachada
Sings the Lusitanean Blues
merz0032 - Maio 2008
disponível para download aqui

b
merz0023 - 2007
disponível para download aqui
fotografias Vera Marmelo
cinema na Harmonia | Maio 2009

DIA 4 – 2.ª FEIRA
Dur: 134 mins.
Ano: 1998
Isolamento, alienação, felicidade. Um retrato dos subúrbios contemporâneos e dos demónios que os atormentam. Um olha provocador e sarcástico sobre o significado e os valores da felicidade na América dos nossos dias. Philip Seymor Hoffman em destaque.
DIA 9 – SÁB

Real: Zach Braff
Dur: 98 mins.
Ano: 2004
Com a bela e talentosa Natalie Portman, este filme é uma visita à adolescência, ao
crescimento, aos fantasmas que nos confrontam quando estamos à beira do abismo e temos de agarrar a vida.
DIA 18 – 2.ª FEIRA
Real: Paul Thomas Anderson
Dur: 91 mins.
Ano: 2002
Filme estranho e encantador, conta com Adam Sandler em registo menos comum a contracenar com a perturbante e deliciosa Emily Watson, numa história de amor
embriagante.
DIA 23 - SÁB
Real: Michel Gondry
Dur: 108 mins.
Ano: 2004
Mais um filme de grande elenco, em que a estrela maior é Jim Carrey, numa história não menos
surpreendente.
entrada livre e reservada a Sócios SHE
lobster | 25 abril | espaçoCELEIROS
"São dois e não temem ninguém.
Intitulam-se power-rangers do noise rock, mas ao contrário dos super-heróis, Guilherme Canhão e Ricardo Martins não possuem super-poderes; isto pelo menos se considerarmos que a química que os une não é em si um super-poder. Cansaram-se de combater o crime e nos últimos tempos incendiaram palcos sempre que para isso tiveram oportunidade (mais de 50 vezes, diz-se); não só em Portugal, mas também em Espanha e em França. Com a devida urgência na pele e electricidade nas mãos, editaram música através dos meios que estavam ao seu alcance – o CD-R e as netabels. Fizeram mossa desde os primeiros tempos, transformaram-se rapidamente numa das melhores bandas portuguesas ao vivo e agora havia que dar um passo decisivo e corajoso em frente.

Sexually Transmitted Electricity é o primeiro bilhete de identidade da dupla depois de algumas licenças prévias que ficaram para a história. Ao longo de doze temas, os Lobster consubstanciam um encontro improvável de riffs impossíveis com percussão igualmente improvável. Conseguem-no através de um conjunto de temas que fizeram parte da carteira dos Lobster (registados em Fast Seafood) e algumas criações recentes – todas elas no vermelho, no limite. Rock matemático mas com a sensibilidade suficiente para ser indubitavelmente belo (assim é aquele que consideram como o primeiro de todos os temas, “Farewell Chewbacca”, metade sova metade beleza). Rock sem rede de segurança e com som a fazer justiça (cru e directo); ouvir “Dr. Phil” é o mesmo que cheirar de perto o doce e o amargo, e sereno e o violento, a vida e a morte – e ao mesmo tempo rejuvenescer consideravelmente pelo caminho.
Sexually Transmitted Electricity, produzido por Paulo Miranda e Rodrigo Cardoso no AMPstudio em Viana do Castelo, é um documento que apanha os Lobster no seu melhor momento. Não chegou tarde nem cedo; chegou mesmo a horas. Tamanha urgência merecia um disco assim – uma estreia mais do que notável. Mais do que concretizar de desejos e expectativas, em Sexually Transmitted Electricity os Lobster diluíram as influências que lhes apontavam inicialmente e construíram algo próprio – e transmissível. Tal como se esperava, conseguiram registar a força e premência das actuações ao vivo e ainda provocar um abanão no panorama musical português.
Aqui, mais do que nunca, os Lobster fazem justiça ao lema ou que os acompanha há já algum tempo e que ameaça ficar para sempre: “Keep it Brutal”."
Texto André Gomes | Fotografia Nuno Mendes
depois desta descarga de electricidade a festa continua!

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