The Ballis Band | 26 Março | SHE




The Ballis Band nasceu no mês frio de Novembro de 2006, faziam parte João Vieira, João Costa e Tiago Gonçalves, no entanto tratava-se apenas de um grupo de amigos que se reunia para passar, sob pretexto da música, bons fins de tarde.
Pouco tempo depois estes três amigos pensaram que era necessário alguém para manter o ritmo, e chamara Chico Ballis para a bateria.
Já em Janeiro de 2007 convidaram para o grupo Ana Mira, que passou a dar voz aquilo que era ainda o embrião de um vasto repertório original da banda. A banda foi actuando na sua cidade natal, Évora, nomeadamente na Escola Secundária Gabriel Pereira onde deram o seu primeiro concerto e na Sociedade Harmonia Eborense, passando por outros sítios, deles o mais marcante em Lisboa, MusicBox. Já com um ano de existência The Ballis Band teve que dizer adeus ao seu baterista, Chico Ballis, que havia inspirado o nome da banda. Parecendo a todos um pouco estranho e difícil de pronunciar, Ballis define a banda na sua maneira de encarar a vida, sem preocupações e apreciando os pequenos prazeres que ela nos oferece.
Em Junho de 2008, Pedro Cameirão integra a banda e agarra rapidamente o espírito Ballis que a caracteriza. Após algumas actuações, a banda decide dar mais um passo em frente e começa em Outubro a “cozinhar” o seu primeiro EP. Só em Junho 2009 a banda concretiza finalmente o lançamento do The Ballis Band EP, que contém 7 temas originais da banda, produzidos nos Estúdios João Cágado em Évora.

Apresentam-se ao vivo esta Sexta-feira na SHE.






www.myspace.com/theballisband

Absolutamente Falso | 19-20 Março, 23h | SHE


ABSOLUTAMENTE FALSO, performance de André Pinto, Daniel Moutinho e Márcio Pereira

A limitação é o ponto de partida para este trabalho performativo.
Como é que uma castração social nos pode levar ao encontro da limitação física, de um bloqueio, da impossibilidade de agir.
O que é para nós, ver um corpo que não se pode mover? O que é para nós observar este mesmo corpo numa luta interior? O que fazer?

Diariamente dezenas de olhares vêm na nossa direcção como flechas, actos inconscientes, puros reflexos. É certo que não podemos eliminá-los, mas isso não pode ser veículo da anulação da nossa identidade. O que posso fazer para desconstruir o olhar do outro na construção da minha identidade e desta forma existir neste espaço, com este corpo que não podia ser outro.
Márcio Pereira


Neste trabalho performativo o que desenvolvo, o que eu procuro são efeitos. O efeito da acumulação que leva a uma exaustão? Será real e plausível a afirmação de William S. Burroughs quando diz que “ o efeito sonoro de um motim pode originar um motim na realidade”? O efeito de mexer, de incomodar, de que as palavras não são instrumentos meramente espirituais, que podem não só tocar na alma, mas mexer com o corpo.

Que esse efeito de acumulação, que esse “efeito sonoro de um motim” toque na carne, no osso. E que a palavra, a todo o momento é uma reinvenção, uma reinvenção de uma tradição, uma tradição linguística, que se modifica a todos os momentos da história de uma sociedade. Como são as palavras da contemporaneidade?
Daniel Moutinho


“Crab Men! Tape Worms! Intestinal Parasites!” (...) “I have not come to explain or tidy up...”
Vim sim para destruir as palavras em fonemas! Fonogramas em ruído, ruído em massa densa!
Aqui acaba a comunicação! Não pretendo nada! Não pretendo NADA! Tudo o que aparente pretensão é absolutamente falso! Tudo o que aparente linguagem ou comunicação é absolutamente falso! Não haja dúvidas! Se daqui se retiram emoções, se aparento transmitir algo menos que o insuportável... é uma ilusão! Está errado! Estão errados!
O que daqui for retirado... é... ABSOLUTAMENTE FALSO!
Não haverá mais que amorfismo...
André Pinto

Dias 19 e 20 Março, pelas 23h na SHE

High Octane Rock'N'Roll



Após a avaliação atenta dos últimos eventos organizados pela Old Skull Prod. e a S.H.E. decidiu-se acrescentar novos capítulos a esta parceria. O primeiro dos quais decorrerá já no próximo dia 13 de Março na sede da S.H.E. Tal como os seus predecessores, também este se pautará por uma ética e estética assumidamente Rockeira!

Desta vez os convidados para dar ritmo à noite eborense serão dois:

Do Barreiro chegam os The Sullens. Acabados de lançar o EP de estreia, têm rodado pelos palcos do país acompanhando bandas como os Capitão Fantasma, The Sadists ou os Carbilly. O seu som exibe influências das mais finas castas da História do Rock. Entre as sonoridades Southern/Country de Johnny Cash, a insanidade Psychobilly dos The Cramps, o Punk dos The Stooges ou o Sleazy/Hard dos MC5 ou New York Dolls, os The Sullens acrescentam uma dose de originalidade e criatividade que os torna ímpares no panorama actual do Rock Português.

Herdeiros legítimos da tradição Rock da Lusa Atenas, os V8Bombs reúnem elementos com passado em algumas das mais emblemáticas e perseverantes bandas do Underground conimbricense. Este power trio pratica uma abordagem deliberadamente simplista e crua ao Rock'n'Roll. A sua sonoridade é facilmente associada ao Hard/Heavy dos Motörhead ou ao Sleazy Rock'n'Roll de linhagem escandinava de finais dos 90s donde se destacam nomes como os The Hellacopters ou Gluecifer. Apesar de não possuírem ainda um registo gravado em estúdio, as suas prestações ao vivo tem colhido reacções extremamente favoráveis tanto do público, quanto da imprensa.

Em suma, contando que o público eborense responda a esta nossa proposta com o mesmo entusiasmo a que já nos habituou, creio que estão reunidas as condições adequadas a mais uma noite de fraterno convívio, insana diversão ...e HIGH OCTANE ROCK'N'ROLL!!!

Old Skull Prod.





Os The Sullens são uma banda do Barreiro/Moita e são constituídos por :
Voz/Guitarra - Zuzu Mamou
Guitarra - Rick Calavera
Guitarra/Voz - Little Johnny Jewel
Baixo/Voz - Shark Skin Charles
Bateria - Hell
via www.centralmusical.pt





V8 Bombs era uma ideia para um projecto que Hugo Mendez tinha em mente já há algum tempo. O nascimento da banda foi natural. Hugo assegurou a guitarra e a voz e juntaram-se-lhe o Vasco Galhardo no baixo e João Penacho na bateria. Todos os três elementos eram já conhecidos mutuamente e já tinham também alguma experiência nestas lides musicais. Começaram os primeiros ensaios em Novembro de 2007 e deram o seu primeiro concerto em Brenha, no Titans motoclube, em 9 Agosto 2008. Esse concerto foi designado como Brenha arder warm up sessions. A banda tem já pronta uma maquete, de seu título, Silver Kiss, que é também uma das 5 faixas que compõem o trabalho.

uma co-produção SHE | Old Skull Prod.

Detalhes | Exposição de Fotografia



Detalhes - fotografias de coisas que nos passam muitas vezes despercebidas mas quando reproduzidas e ampliadas no papel captam a nossa atenção, surpreendem, como se afinal não fossem apenas coisas que nos passam despercebidas.

na SHE. de 13 de Março a 10 de Abril.

Noite do Pezinho Maroto | Anna Costantino - performance Butoh



Butoh é o nome de várias técnicas e formas de dança-teatro contemporâneo que se inspiram no movimento Ankoku-Butoh (ankoku=trevas) ativo no Japão nos anos 50 (século XX).
Aspectos típicos do butoh são o corpo pintado de branco para cancelar os limites da identidade, as caretas grotescas que se inspiram ao teatro clássico Japonês, a investigação dum fio condutor feito de emoções e sentimentos mais profundos do que a busca da beleza externa dos movimentos, o lúdico da performance, o alternar de movimentos muito lentos e convulsões frenéticas, metamorfoses que não passam por uma intenção ou uma imitação do objeto, mas de um estado de empatia mais semelhante à passividade de um corpo morto permeado por um poder sobrenatural.

Não existe uma configuração canónica do Butoh.
As suas origens são atribuídas a Tatsumi Hijikata e Kazuo Ohno.
Mais informações:


Anna Costantino butoh dancer, formada pela Academia Internacional de Sayoko Onishi do Butoh (Palermo - Itália) tem participado em vários espectáculos de dança butoh.

Analisou a dança butoh, do ponto de vista psicológico, na sua tese Tra oscurità e luce. Butoh, la danza dell'essere. Participou como bailarina solo com coreografia de Sayoko
Onishi “The Wild Spring Time” (Candelai 2005), “Gli Angeli” (Palermo - Candelai 2005) e “Strada di Campagna” (Palermo - Metropolitan 2006), ”Solo performance” (Roma - River Loft 2006) e, juntamente com Antonio Leto nello spettacolo "Glass String" (Palermo - Palazzo San Buca e Candedelai 2009).